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Trend watch- I´m with the band.

anitavausJá rolou post no site comentando o estilo de mulheres como Anita Pallenberg, Marianne Faithfull, como pode ser visto aqui: “Trend alert- Groupie”. A tendência continua, desta vez com ênfase nos anos 60 (década querida da temporada) e inspiração em cantoras como Françoise Hardy e com elementos mais cheios de glamour.

Na Vogue Australia, algumas das peças essenciais para quem curte o estilo: Botas de cano longo, chapéu e casaco de pele (fake ou não):

anitavaustNa Vogue alemã, 60´s total, com vestido recatado e cabelos longos. Esse look poderia ter saído direto do closet da Marianne Faithfull:

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A  W também aposta, mas com clima mais dark. Impossível não se sentir intrigada pelas moças de kitten heels e look black total:

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Na Vogue inglesa, o apelo é mais mod e as modelos parecem pertencer ao grupo de melhores amigas de Françoise Hardy:

anitavukNa Vogue Paris, os anos 70 ganham espaço. Camurça, tons terrosos, acessórios marcantes e jeans também são fatores importantes para quem quer incorporar as musas dos músicos:

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A Vogue Paris apresenta a versão noturna deste estilo. Entram brilhos, texturas e muitos acessórios em clima gypset:

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Mais anos 70 na edição holandesa da Vogue:

anitavholandaSofisticação é a palavra de ordem  do styling da The Edit, revista online do Net-a-porter, o chapéu Maison Michel e a fenda no comprimento midi, garantem o resultado:

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Para inspirar canções…

Fotos: Reprodução.

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Trend alert- Groupie.

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Todo mundo sabe o quanto a música influencia a moda. No momento, o hip-hop dos anos 90, o grunge e o punk são os mais referenciados. Nesta temporada, os estilistas foram buscar inspiração nas groupies: Mulheres que ficaram conhecidas nas décadas de 60 e 70 por se relacionarem e inspirarem músicos famosos . Groupies sempre existiram e vão continuar existindo, mas nessa fase elas se tornaram icônicas como Jane Birkin, Marianne Faithfull, Bebeb Buel (que inspirou a Penny Lane do “Quase famosos”), Pamela des Barres e a minha favorita eterna: Anita Pallenberg.

Algumas características da moda dos anos 70 são super marcantes do estilo delas como: Chapéus, referências étnicas, franjas,bolsas de alça longa,  bota de cano longo ou cuissarde, tons terrosos, acessórios estilo boho, couro, camurça, pele. Não é a toa que Anita é também musa de Kate Moss e Sienna Miller.

Nesta nova leitura, a tendência aparece levemente atualizada, mas sem perder nada do charme que já conhecemos.

Olhando a Vogue Russa, me apaixonei por este editorial com Ruby Aldridge. Bem ao estilo setentista. Reparem no colar longo (que já ganhou post aqui) e no uso de couro e veludo, sem esquecer dos chapéus. A foto que abre o post, também do editorial, é a síntese perfeita do look groupie 70´s: Sandália gladiadora (volta com tudo no Verão), vestido floral, chapéu e a jaquetinha de couro que pode até ser emprestada do namorado.

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No próximo Inverno não vão faltar idéias: Tom Ford, Isabel Marant (animal print tem tudo a ver), Pierre Balmain já com inspiração mais punk, Pucci e 3.1 Phillip Lim, bem mais cool.

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Hedi Slimane também aderiu na Saint Laurent, aliás sua ligação com música é mega importante. Aqui o aspecto já se torna mais grunge, mas sem esquecer do toque glamour com brilhos. Kate Moss já usou a meia-calça durante a PFW:

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A nova revista “Document” traz a idéia para um contexto mais hippie:

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Na Vogue UK, o assunto também entra em pauta estrelado por Arizona Muse:

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Na Elle americana, uma versão mais minimalista, mas respeitando o clima rock´n´roll:

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Moda que eu amo e estilo que considero atemporal! A dica é combinar com peças mais modernas e de tecidos com qualidade, assim o look não fica caricato e ganha personalidade. Vocês gostam?

Fotos: Reprodução.

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Prada e o melhor da #MFW.

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Chegamos ao resumo da penúltima semana de moda da temporada internacional, Milão. Minha maneira de mudar um pouco o enfoque foi comentar a coleção de Inverno da Prada. A marca é uma das mais influentes na indústria e tende a guiar as tendências da estação junto com nomes como Louis Vuitton e Céline. A maior prova é que os principais elementos do desfile também podem ser observados nas propostas dos outros estilistas.

Super feminina e com toque anos 40, a cartela de cores ricas e os toques luxuosos garantem um Inverno sofisticado, contemporâneo e com pegada vintage, sem ficar cansativo ou com ares de nostalgia. Um pouco do espírito grunge estava presente por conta das sobreposições e do styling despretensioso.

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As cores destaque foram vermelho e mostarda. O azul petróleo também merece atenção, assim como variações de cinza: Alberta Ferreti, Jil Sander, Dolce & Gabbana e Versace também aderiram.

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Entre os metalizados, outra tendência que continua forte, o dourado é o eleito dos italianos. E foi uma das maneiras que Miuccia Prada encontrou para modernizar shapes mais old-school.

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Um certo clima dark permeou a semana com predileção por looks preto, sempre com cintura marcada e por vezes flertando com o femme fatale, como mostraram Gucci e Versace. Na Prada o preto aparece em looks com transparência e mistura de texturas:

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As estampas favoritas são as quadriculadas (na Prada o vichy imperou), o píncipe de Gales ou o tartan. Aliás o xadrez se mostrou soberano também na Paris Fashion Week e será a principal padronagem do Inverno. Listras um pouco mais variadas e sem a referência direta 60´s do último Verão também ganharam força:

Vale lembrar que este ano,  o tema da exposição anual do Costume Institute no MET em NY é o movimento punk. Certamente fator influenciador das coleções:

xadrez

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Detalhes em pele se fortaleceram. Na Prada o efeito favorito foi nas mangas. O que mais me chamou atenção foi o uso da estola, há pouco tempo considerado ultrapassado, como no styling incrível da Marni (segunda foto ):

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Saias levemente assimétricas em comprimento médio foram as prediletas na Prada, no restante das coleções a assimetria continua, mas com toque mais atual e fendas, como as mostradas na #NYFW. A versão mais bem-sucedida é a da Fendi (segunda foto):

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Algumas referências orientais surgiram na coleção, principalmente no corte de certas peças. Outras marcas levaram a influência mais a sério, como a Gucci que mesclou o clima “expresso do oriente” com diva noir:

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EXTRA: Para fechar o post sobre a temporada Milanesa, três looks da coleção de Peter Dundas para Pucci. Pouco inovadora e focada nos símbolos da marca com estamparia, estilo 70´s e sex appeal. O desfile mostrou looks usáveis e com glamour que remetia a ícones como Anita Pallenberg e Jane Birkin. Pouco conceitual, super usável e com uma das minhas estéticas favoritas! Prestem atenção nas botas acima do joelho “Cuissardes”, elas serão importantes para o Outono/Inverno:

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Com qual das tendências vocês mais se identificaram?

Fotos: Vogue.com.

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